quarta-feira, 27 de junho de 2018

Conceito e funções da EJA.



A EJA de acordo com a Lei 9.394/96, passa a ser uma modalidade de educação básica nas etapas do ensino fundamental e médio, usufruindo de uma especificidade própria que caracteriza-se com uma proposta pedagógica flexível com um modelo próprio a fim de atender as necessidades dos alunos da EJA, respeitando as diferenças, os conhecimentos prévios dos alunos, estes adquiridos a partir de suas vivência diárias e de suas histórias de vida, oportunizando a todos a atualização de seus conhecimentos e novas oportunidades.
As funções da Educação de Jovens e Adultos:
A função reparadora surge para reparar uma desigualdade histórica, onde estes alunos no passado não tiveram acesso à educação pelas suas condições de subalternas de trabalho, não tendo a possibilidade de progredir nos estudos, como afirma Jamil Cury (2000, p. 9) "Neste momento a igualdade perante a lei, ponto de chegada da função reparadora, se torna um novo ponto de partida para a igualdade de oportunidades."  
A função equalizadora surge para dar cobertura aos trabalhadores e a tantos outros segmentos sociais, a reentrada ao sistema educacional, possibilitando a estes indivíduos o ato de adquirir conhecimentos, mais reconhecimento de suas potencialidades, de suas histórias de vida e experiências sócio-culturais.
A função qualificadora, refere-se a qualificação, pois quando indivíduo se qualifica por meio de estudos, este adquire maiores chances de trabalho, de desenvolvimento de suas habilidades ou de novas descobertas e avança potencialmente na própria vida.
Segundo o relator Jamil Cury: 
Muitos jovens ainda não empregados, desempregados, empregados em funções precárias e vacilantes podem encontrar nos espaços e tempos da EJA, seja nas funções  de reparação e de equalização, seja na função qualificadora, um lugar de melhor capacitação para o mundo do trabalho e para a atribuição de significados às experiências socioculturais trazidas por eles. (2000, p. 11)
          As funções da EJA visa a inserção dos educandos num modelo de educação de qualidade e inovador, num modelo pedagógico com um currículo variado, respeitando os conhecimentos construídos por estes jovens e adultos ao longo de sua vida, pensando em formar cidadãos críticos e  ativos na sociedade.


Referência:
Parecer CEB no 11/2000 - Parecer Jamil Cury - Diretrizes Curriculares Nacionais da EJA. Disponível em:https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2381340/mod_resource/content/3/parecer_11_2000-anotado.pdf. Visualizado em: 27/06/2018.



quinta-feira, 21 de junho de 2018

Inovações Pedagógicas

As Inovações Pedagógicas rompem com paradigmas, principalmente com a forma tradicional de ministrar as aulas, rompe com o modelo empirista de ensino/aprendizagem, onde o professor ensina e o aluno aprende num processo de repetição, memorização e padronização de conhecimentos. Em certas situações ainda há profissionais de educação que podem até utilizar ferramentas digitais em suas aulas, mas continuam ensinando os conteúdos de forma tradicional, utilizando de modelos matemáticos como sendo únicos modos de produzir conhecimentos.      
 Portanto podemos dizer que a novidade surge no processo de conhecer: quanto mais profundamente conhecemos algo, quanto mais for a rede de relações que conseguirmos criar, tanto maior serão as possibilidades de surgimento de novidades, o que pode provocar a inovação, justamente em função das diferenciações e das interações presentes na constituição dessa rede de relações, a qual implica constantes rupturas paradigmáticas.  (SCHLEMMER, 2006, p.39).
No entanto a inovação transforma a ação humana, que se dá através de trocas com o outro e com o meio que o sujeito está inserido. Através de um tempo cronológico e histórico estas inovações vem ganhando espaços, nas instituições de ensino, nas famílias nas indústrias entre outros.
As inovações pedagógicas não pressupões apenas a inclusão de novidades, mas consiste em inovar as práticas pedagógicas, possibilitando mudanças na forma de entender o conhecimento, apostando em novidades, utilizando as ferramentas tecnológicas, propondo e despertando nos alunos novas descobertas.
Entendo a importância de inovar nossas práticas pedagógicas, pois as coisas mudam o tempo todo e por este motivo é quase impossível na atualidade, os professores trabalharem de forma tradicional, no meu ponto de vista é necessário o professor estar aberto para mudanças e inovações a modo de transformar suas aulas. 


Referência:
SCHLEMMER, Eliane. O professor e o mundo da escola: O trabalho do professor e as novas tecnologias. Revista textual. Porto Alegre, v.1 n.8, p. 33 - 42, set.2006. Disponível em:  https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2425153/mod_resource/content/4/SCHLEMMER_O%20trabalho%20do%20professor%20e%20as%20novas%20tecnologias.pdf. Ultima visualização em: 21/06/2018.


domingo, 17 de junho de 2018

O professor e as inovações pedagógicas.


Viemos de uma infância e adolescência mergulhada em uma era analógica, onde na escola eram usados como recurso o quadro negro, giz, cadernos, lápis e borracha entre outros, esta geração analógica ficou conhecida como “imigrantes digitais”, geração que não mexe se não estraga, muitas vezes quando alguma nova tecnologia era lançada nós crianças não podíamos mexer para não estragar, pois eram objetos caros e não havia muitas pessoas que pudessem consertar, caso fossem estragados.
 Hoje nos deparamos com outra realidade, às crianças dominam muito bem as tecnólogas existentes, mexem para ver como funciona, uma geração da era digital, conhecidos como “nativos digitais”.
Diante de muitos avanços tecnológicos, cabe ao professor repensar suas práticas e adaptar-se a esta realidade da educação, usando as ferramentas digitais a modo de orientar seus alunos a utilização de forma contextualizada e colaborativa.
O professor deve pensar na inovação de suas aulas, não apenas acreditar que levar os alunos no laboratório e deixar que fiquem livres para que possam mexer nos computadores, é o suficiente. Mas em propor aulas que levem os alunos a construir seus conhecimentos usando e dominando as tecnologias.
Entendendo que o aluno é responsável pela construção de seu conhecimento, o professor deve propor atividades que provoque desiquilíbrio do sistema de significação do sujeito, rompendo com paradigmas e valorizando a cultura dos alunos e seus conhecimentos prévios, trabalhando com assuntos que realmente os interessa. Como afirma:

[...] isso é percebido pelo sujeito que tenta adaptar o novo ao que ele já conhece, consistindo na própria deformação do objeto, necessária para que o sujeito possa dar significado, e, portanto aprender, conhecer. Pode ainda ocorrer que essa tecnologia, em função de seu desenho, características, possa ser suficientemente provocadora, de forma que o sujeito não encontre resposta no que já conhece capaz de dar conta da apropriação do “novo”, provocando, assim, desequilíbrios no sistema de significação do sujeito, exigindo dele novos conhecimentos, novos paradigmas, o que pode implicar inovação. (SCHLEMMER,2006, p. 39).

Ao utilizar as tecnologias em sala de aula também desenvolvemos a autonomia dos alunos, a modo de leva-los a trabalharem com pesquisas, incentivando-os a fazer reflexões sobre assuntos que lhes interessa, não ficando condicionados a copiar e colar, mas em tornar-se reflexivos e construtores de seus conhecimentos, utilizando os meios analógicos e digitais que possam auxiliar nesta construção.
As inovações tecnológicas exige do professorer novas ideias para a criação de novos conhecimentos, de forma a tornar-se transformadores com o apoio das tecnologias, mudando os paradigmas das aulas tradicionais, o professor precisa estar aberto a mudanças e inovações, reestruturando suas práticas pedagógicas.  

Referência:
SCHLEMMER, Eliane. O professor e o mundo da escola: O trabalho do professor e as novas tecnologias. Revista Textual, Porto Alegre, v.1 n.8, p.33 – 42, set. 2006. Disponível em: https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2425153/mod_resource/content/4/SCHLEMMER_O%20trabalho%20do%20professor%20e%20as%20novas%20tecnologias.pdf Última visualização: 17/junho/2018.
Imagem retirada do google. 



quinta-feira, 14 de junho de 2018

Atividade Hora do Conto

Na Interdisciplina de Didática do curso PEAD da UFRGS,  fomos convidadas a planejar e desenvolver uma atividade com os alunos, este trabalho foi proposto para ser realizado em grupo, trabalhei com mais duas colegas Cláudia e Nanci, onde decidimos contar para os alunos a história de Léia Cassol, "Ana, o cachorro e a boneca", as crianças participaram e demonstraram interesse, ao repetir e ajudar a contar a história, desenvolveram a linguagem, a memória e a atenção, ainda despertaram a criatividade ao produzirem uma máscara, utilizando cola colorida e materiais de sucata. 


PLANO DE TRABALHO DOCENTE
Instituição de Educação Infantil Nossa Senhora Aparecida.
Professoras: Cláudia Saraiva, Marina Ferreira e Nanci Andrade.
Turma: Jardim A. 

Conteúdos:
Português, matemática, história, geografia e ciências, artes, diversidade.

OBJETIVO GERAL:
Despertar o interesse para ouvir a história, identificando os diferentes temas e elementos presentes no livro Ana, o cachorro e a boneca, de Léia Cassol, oportunizando momentos de reflexão sobre a história e respeitando as diferenças decorrentes dessas, essenciais no processo de construção da identidade.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS (conceituais, atitudinais e procedimentais):  
  Motivar a atenção e a concentração através de ouvir a história;
  Promover o interesse e a reflexão;
  Identificar/reconhecer e nomear os elementos constantes na história e suas funções, conhecer as semelhanças e as diferenças;
    Estabelecer relações com o seu cotidiano;
    Exercitar a linguagem oral e a criatividade;
    Expressar-se livremente através da produção gráfico-plástica;
    Respeitar as diferenças.

DESCRIÇÃO DE CADA UMA DAS ESTRATÉGIAS DE ENSINO
 Rodinha: contação da história, Ana, o cachorro e a boneca, utilizando o livro de Léia Cassol;
 Conversar com as crianças sobre a história que ouviram;
 Atividade: Sugerir desenhar. pintar, recortar uma máscara;
    Disponibilizar o livro, o jogo, o tambor, as bonecas para manuseio e brincadeiras com mediação. 

RECURSOS NECESSÁRIOS                                                                                                                      Livro, boneca de pano (Ana), cachorro de pelúcia, jogo (caixa de ovo), tambor, boneca da Ana (abayome), folhas de ofício, giz de cera e tesoura.     
   
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM (CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS)
A avaliação será através da observação do interesse e envolvimento dos alunos nas atividades propostas.                                        




Referência:
CASSOL, Léia. Ana, o cachorro e a boneca. Ed. Cassol, Porto Ale 2014.

domingo, 3 de junho de 2018

E uma das atividades da Interdisciplina de Didática, planejamento e avaliação, fomos convidadas a realizar a leitura do texto "O menininho" de Helen Bucklen, através do texto pude refletir  sobre a importância  do papel do professor, onde este pode ser um grande incentivador despertando a  criatividade e a curiosidade dos educandos, assim como também pode podar o desenvolvimento das crianças, sem estímulos formando seres que não serão capazes de opinar e sem autonomia, sempre a espera de cumprir ordens. O texto ainda nos leva a reflexões de dois modelos pedagógicos existentes nestes ambientes escolares, o primeiro refere-se a pedagogia diretiva, onde o professor dita para o aluno o que deve ser feito, e a segunda a pedagogia relacional, onde a sala de aula é um espaço de construção e descoberta do novo.
No meu ponto de vista é necessário que os alunos sintam-se envolvidos no processo de ensino/aprendizagem, onde o diálogo prevaleça e os alunos sejam desafiados e aprendam uns com os outros inseridos num espaço de trocas, onde relatam o que aprenderam, desenvolvendo assim sua criatividade e autonomia.                                                                                  Como educadora procuro trabalhar com o que os alunos trazem para sala de aula, levando -os a entenderem que eles tem voz no ambiente escolar, que são ouvidos e que desta forma podem tornar-se seres críticos e capazes de criar e produzir algo novo, construindo seus próprios conhecimentos, explorando sua criatividade, desenvolvendo sua autoestima e sua autonomia através dos desafios propostos, despertando a curiosidade dos alunos num ambiente descontraído com muitas brincadeiras e jogos.


Texto:


                              “O menininho”
Helen Buckley

Era uma vez um menininho bastante pequeno que contrastava com a escola bastante grande.
Quando o menininho descobriu que podia ir à sala caminhando pela porta da rua, ficou feliz. A escola não parecia tão grande quanto antes.
Uma manhã a professora disse:
- Hoje nós iremos fazer um desenho.
“Que bom!”, pensou o menininho. Ele gostava de desenhar. Leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos... pegou sua caixa de lápis de cor e começou a desenhar.
- Esperem, ainda não é hora de começar!
Ela esperou até que todos estivessem prontos.
- Agora, nós iremos desenhar flores.
E o menininho começou a desenhar bonitas flores com seus lápis rosa, laranja e azul.
- Esperem, vou mostrar como fazer.
E a flor era vermelha com o caule verde.
- Assim, disse a professora, agora vocês podem começar.
O menininho olhou para a flor da professora, então olhou para a sua flor. Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isto... virou o papel e desenhou uma flor igual a da professora. Era vermelha com o caule verde.
No outro dia, quando o menininho estava ao ar livre, a professora disse:
- Hoje nós iremos fazer alguma coisa com o barro.
“Que bom!” pensou o menininho. Ele gostava de trabalhar com o barro. Podia fazer com ele todos os tipos de coisas: elefantes, camundongos, carros e caminhões. Começou a juntar e amassar sua bola de barro.
- Esperem, não é hora de começar!
Ela esperou até que todos estivessem prontos.
- Agora nós iremos fazer um prato.
“Que bom!”, pensou o menininho. Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos.
- Esperem, vou mostrar como se faz. Assim... Agora vocês podem começar.
E o prato era fundo. Um lindo e perfeito prato fundo.
O menininho olhou para o prato da professora, olhou para o próprio prato e gostava mais do seu, mas ele não podia dizer isso... amassou seu barro numa grande bola novamente e fez um prato fundo, igual ao da professora.
E muito cedo o menininho aprendeu a esperar e a olhar e a fazer as coisas exatamente como a professora. E muito cedo ele não fazia mais as coisas por si próprio.
Então, aconteceu que o menininho teve que mudar de escola... 


Esta escola era ainda maior que a primeira.
Ele tinha que subir grandes escadas até a sua sala...


Um dia a professora disse:
- Hoje nós vamos fazer um desenho.
“Que bom!”, pensou o menininho. E esperou que a professora dissesse o que fazer. Ela não disse. Apenas andava pela sala. Quando veio até o menininho falou:
- Você não quer desenhar?
- Sim. O que é que nós vamos fazer?
- Eu não sei, até que você o faça.
-Como eu posso fazer?
- Da maneira que você gostar.
- E de que cor?
- Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu posso saber qual o desenho de cada um?
- Eu não sei!
E começou a desenhar uma flor vermelha com um caule verde...



sábado, 26 de maio de 2018

Escolas Democráticas Eixo VII


Na primeira aula do eixo VII, do curso de Pedagogia á distancia da UFRGS, foi proposto  pela interdisciplinar do Seminário Integrador VII, assistir o curta “Escolas Democráticas”,   onde nos mostrou muitas situações do cotidiano escolar, que me levou a refletir sobre o cotidiano   escolar.


                 Dentre várias cenas o que mais me chamou a atenção foi a questão do tempo cronometrado em cada aula, os conteúdos são despejados sem que os alunos possam refletir sobre o que estão aprendendo, o papel do professor é apenas repassar os conteúdos, e estes não tem espaços de trocas e de aprendizagens mais significativas. Os professores trabalham com uma pedagogia diretiva, fica claro o papel do professor tradicional, onde suas aulas são organizadas com as carteiras enfileiradas e afastadas umas das outras, acreditando que apenas eles são responsáveis de produzir algum conhecimento novo nos alunos, onde ele fala e os alunos escutam, acreditando que o aluno é uma tábula rasa, como afirma Becker (2012) “Segundo a epistemologia que subjaz à prática desse professor, o indivíduo ao nascer, nada tem em termos de conhecimento: é uma folha de papel em branco; é tábula rasa.” O aluno então submete-se a fala do professor, deve prestar a atenção, permanecer em silêncio e repetir o que lhe é transmitido.   
          
                       Quanto ao tempo, comparando com a realidade da escola que atualmente atuo, onde há horário que devemos cumprir como lanche, almoço, soninho entre outros que fazem parte da rotina escolar, muitas vezes ao cumprir com a esta rotina não temos tempo para aproveitar e despertar no aluno alguma curiosidade, estamos condicionados a cumprir com horários e regras estipuladas pela escola. Devemos ´pensar em uma escola mais democrática, onde há a participação de todos, sendo este um espaço aberto, abrindo este  para os alunos, pais, professores e demais funcionários, que todos possam opinar, para que haja transformações significativas no ambiente escolar.
              
                        Outra comparação que trago sobre o curta é com o texto de Rubem Alves, que nos fala sobre as escolas que são Gaiolas:


 “Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados têm sempre um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.                             (Rubem Alves)

                      De acordo com o autor em sua obra, existem escolas que são gaiolas, onde prendem os alunos a um modelo educacional ultrapassado, não dando espaço para o desenvolvimento das habilidades e aptidões dos alunos, podendo prejudica-los.
           Acredito que a mudança comece pelo interesse dos professores em buscar mais conhecimentos, através de estudos e cursos, para que sintam-se encorajados a mudar e aos poucos ir transformando o espaço e o tempo escolar dando mais oportunidades para os alunos, desempenhando um papel de facilitador do processo de ensino/aprendizagem.
Fernando Becker fala no vídeo do TED x UNISINOS, “mais laboratório e menos auditório”, pois hoje ainda há muitas escolas onde o aluno é visto como um repetidor o professor chega à sala de aula e despeja os conteúdos, e os alunos apenas realizam cópias, muitas vezes até decoram conteúdos para irem apresentar um bom desempenho nas avaliações. Já pensando em laboratórios nele o aluno é capaz de se tornar um criador, um produtor sendo um protagonista de sua aprendizagem.

Referências:

Escola- Mais laboratório e menos auditório/Fernando Becker/TED x Unisinos, TED x Talks. Pubricado em 14 de Jul de 2016, disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=xjfKBGIHPjs Acesso em 14/03/2018.

BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento. 2ª ed.- Porto Alegre: Penso, 2012.

ALVES, Rubem. Gaiolas ou asas? In: ALVES, Rubem. Por uma educação romântica. Campinas: Papirus, 2002, p. 29-32.  








quinta-feira, 10 de maio de 2018

Tecnologias

       Na interdisciplina de Educação e Tecnologia da Comunicação e da Informação do Curso do PEAD da UFRGS, fomos convidadas para construir uma linha do tempo em relação ao avanço das tecnologias em nossa educação, iniciando pela educação infantil. Através desta atividade muitas lembranças surgiram, como no início principalmente na Educação Infantil eram usados como recursos materiais simples e importantes para a educação da época, iniciei os estudos nos anos 80 e o que lembro era o uso de materiais como giz de cera, tinta temperas,lápis de cor, para a produção de desenhos. Com o passar dos anos outros recursos fui conhecendo, como quadro negro, giz branco, cadernos, lápis, borracha e canetas, estes importantes para serem usados em sala de aula. As tecnologias foram cada vez mais tomando espaço do ambiente escolar, no ensino fundamental e médio, outros recursos eram utilizados como o projetor de imagens, computadores, celulares entre outros.
         Como aluna do PEAD, identifico a importância de utilizar os recursos tecnológicos para aprendizagem, pois através do uso do computador, de celulares, estes então muitas vezes utilizados para realizar pesquisas e trocar experiências e aprendizagens com colegas de curso. Como professora de Educação Infantil utilizo as tecnologias a modo de envolver os alunos, procuro usar o computador, televisão, aparelho de som, para proporcionar alguma atividade diferenciada, proponho atividades onde uso  como recursos vídeos e músicas.     
         Estas modernas tecnologias estão presentes no dia a dia dos estudantes e ainda devem ser aproveitadas no ambiente escolar, para que as aulas sejam diversificadas, criativas e mais atraentes para a aprendizagem dos alunos, a escola precisa acompanhar o ritmo de mudanças, em propor aulas mais modernas onde atendam ao comportamento e ao perfil dos alunos.

Fonte de imagem, retirada do google em 10/05/2018.
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