quarta-feira, 26 de junho de 2019

O uso das tecnologias na Educação à Distância

Como aluna de um curso de graduação à distância  PEAD/UFRGS, relembro uma postagem que fiz em maio de 2018 sobre tecnologias, onde destaco algumas utilizadas na minha caminhada escolar, até a chegada do curso que atualmente frequento.
O uso das tecnologias vem tornando-se cada vez mais frequentes na sociedade e está presente no cotidiano dos professores e alunos, promovendo melhorias no desenvolvimento e aprendizagens dos envolvidos no ambiente escolar e nos cursos de graduação.
Usar as tecnologias no curso de graduação foi de muito significado em minhas aprendizagens, através das ferramentas utilizadas ocorreram muitas trocas entre colegas, professores e tutores, nossos conhecimentos ficavam registrados e estes eram construídos e acompanhados diariamente. 
O blog é um exemplo vivo da caminhada destas aprendizagens.
Agora na etapa final com a escrita do TCC, obtive um acompanhamento direto com a minha orientadora, onde tivemos sempre em contato através dos meios tecnológicos como: e-mail, whatsapp e um programa no drive, neste o contato era em tempo real.
Além de fazer o uso das tecnologias no curso fomos incentivadas a utilizá-las em nossa pratica com os alunos, propondo inovações no meio educacional, levando nossos alunos a construir uma rede de aprendizagens de forma colaborativa, num ambiente de trocas de conhecimento. 

terça-feira, 25 de junho de 2019

Escolas participativas e democráticas

Trago nesta postagem o assunto sobre escolas democráticas, relembrando uma postagem que realizei em 2018. Pensar em uma escola que proporcione um ensino de qualidade para todos, onde todos os envolvidos tomam as decisões e participam da elaboração do PPP, a modo de promover a participação, o envolvimento e a humanização no ambiente escolar.  
Além de promover a participação da comunidade o professor também necessita envolver os alunos na questão de sua aprendizagem, dando a eles a oportunidade de se expressarem, ouvir suas necessidades e interesses. 
Segundo Piaget "Unicamente na medida em que os métodos sejam "ativos" - isto é, confirmam a uma participação cada vez maior às iniciativas e aos esforços espontâneos do aluno - os resultados serão significativos." (PIAGET, 1977, p.54). Para o autor a prática de enino é pensar em utilizar um método ativo, por meio do qual o educando vai reconstruindo e reinventando, e não somente recebendo informações, todo o processo de ensino deve ser pensado para o aluno, e fundamentado na experimentação do mesmo.  
Sendo assim a escola torna-se um ambiente mais participativo e ativo, com os estudos sobre escolas democráticas muitas mudanças ocorreram em minha prática, pude compreender a importância de ouvir o interesse dos meus alunos a modo de promover desafios e atividades que envolvam suas participações ativas, procurando desenvolver projetos para e com os alunos.

Referência:
PIAGET, Jean. Para onde vai a Educação? Tradução: Ivette Braga. 5 ed. Editora José Olímpio.  Rio de Janeiro, 1977, 89p.

Seres pensantes


           O título seres penantes, partiu da ideia de uma postagem que realizei em novembro de 2017 sobre Diálogo e curiosidade, dois termos essenciais que não podemos deixar de lado quando pensamos em formar cidadãos reflexivos e críticos.
         Somos seres pensantes e seres racionais, capazes de compreender nossa existência e tudo o que nos cerca, capazes de agir conforme as nossas escolhas.
         Pensar num ambiente escolar ativo é deixar sempre espaços para que o diálogo prevalesse, onde estes seres pensantes possam trocar ideais e fazer reflexões com o grupo, a modo de sanar suas dúvidas e aquirir novos conhecimentos. Outro fator importante é pensar em despertar a curiosidade dos educandos, promovendo desafios e inquietações, atividades que esteja de acordo com o interesse do alunos, tornando suas aprendizagens mais significativas.
       Durante a caminhada no curso de pedagogia da UFRGS, muitas aprendizagens referente a postura do professor foram de muita importância, para meu crescimento profissional, principalmente como educadora pensar em desenvolver trabalhos, jogos e brincadeiras que desacomodem os alunos, despertando suas curiosidades, num espaço aberto ao diálogo com um propósito de formar seres pensantes, autônomos, reflexivos e críticos.   



segunda-feira, 24 de junho de 2019

Processo de ensino/aprendizagem - Modelos Epistemológicos

Relembrando a postagem sobre Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos, assunto muitas vezes discutido durante o curso do PEAD/UFRGS, este muitas vezes serviu de apoio para repensar e refletir sobre a nossa prática em sala de aula. 
Becker (2001) nos apresenta em seu texto tres diferentes formas de representação no processo enino/aprendizagem, onde nos faz entender e pensar, qual futuro cidadão queremos formar e qual papel como educadores queremos seguir.
Na epistemologia do Empirismo, o professor é transmissor de conhecimentos, apenas ele é capaz de ensinar, os alunos devem apenas absorver os conhecimentos do professor, sendo assim estes alunos são podados de sua capacidade de refletir, não tornam-se questionadores, mas cumpridores de ordem.
Na epistemologia do Apriorismo, o professor é auxiliador das aprendizagem dos alunos, pois acredita que o aluno traz consigo uma bagagem de conhecimentos, estes educandos recebem pouco estímulo do educador. 
Na epistemologia do Construtivismo, o professor media os conhecimentos dos alunos, num espaço aberto ao diálogo e reflexivo, constroem juntos as aprendizagens. O aluno formado neste ambiente torna-se pensante, crítico e reflexivo.
Durante a prática em sala pude perceber que um ambiente de trocas onde o diálogo prevalesse, este ambiente torna-se ativo, projetos com temas relevantes para os alunos surgem através de seus interesses em aprender, o aluno pesquisador é protagonista em seu processo de aprendizagem. 
Na turma de Jardim A, onde realizei o estágio trabalhamos com o tema arco-íris, onde partiu do interesse dos alunos, desenvolvemos uma pesquisa, as crianças trabalharam  em pequenos grupos de uma forma colaborativa. 
No meu ponto de vista trabalhar com um tema que realmente interessa aos alunos, estes tornam-se mais participativos e envolvidos no ambiente escolar, os momentos na escola tornam-se prazerosos e as aprendizagens mais significativas. 

Referencia:

BECKER, Fernando. Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos. In: Educação e construção do conhecimento. Porto Alegre: ARTMED, 2001. Disponível em: http://www.marcelo.sabbatini.com/wp-content/uploads/downloads/becker-epistemologias.pdf Último acesso em: 24/06/2019.

sábado, 27 de abril de 2019

Ser reflexivo e PEAD.

Durante o período de curso no PEAD, muitas vezes precisamos ser reflexivos, em repensar nossa prática em sala de aula a modo de modificá-la, dando prioridade as teorias estudadas refletindo sobre nosso cotidianos escolar. Trago a postagem que fiz em maio de 2017, sobre o professor reflexivo tema este muitas vezes discutido nas aulas do curso, o blog é uma ferramenta muito importante neste processo, pois nela é que descrevemos nossas principais reflexões. 
Paulo Freire (2011, p.39) afirma que "A prática docente crítica, implicante do pensar certo, envolve o movimento dinâmico, dialético, entre o fazer e o pensar sobre o fazer." 
O autor nos leva a entender que é importante pensar a prática, reflexão na e sobre a ação, o professor no meu entendimento deve ter uma atuação flexível e contextualizada, conhecer a realidade de seus educandos, manter um diálogo aberto, abrindo espaço para que os alunos possam falar e participar de sua aprendizagem, desenvolvendo assuntos que despertam o interesse dos educandos, mobilizando e reconstruindo seus saberes, despertando uma aprendizagem continuada e colaborativa, onde os alunos aprendem juntos. Esta foi uma das questões que modifiquei em minha prática, em minhas aulas abri mais espaços para o diálogo e aprendi a ouvir mais meus alunos, procurando trazer suas dúvidas para serem discutidas no ambiente escolar e com o grupo. 
Para concluir penso que todo o professor deve agir sempre pensando compreendendo a razão deste agir, tendo consciência deste papel importante que escolhemos, sendo responsável em nossas ações a modo de formar seres pensantes e também reflexivos. 

Referência:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa/Paulo Freire, São Paulo, Paz e Terra, 2011.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Escolas Gaiolas X Asas II

Durante a visita das postagens realizadas nos semestres anteriores, trago a reflexão sobre Escolas Gaiolas X Asas, comparando com as aprendizagens no decorrer do curso onde nos levou a entender a importância de formar indivíduos que sejam críticos e tenham suas próprias opiniões sabendo posicionar-se e defende-las, cabe a nós educadores pensar que os alunos são nosso ponto de partida, é preciso os conhecer para que possamos desenvolver um trabalho que seja significativo e pertinente para os educandos, ser professor é saber transmitir conhecimentos, explorar nos alunos a capacidade de fazer perguntas e ir em busca de suas respostas, trabalhar com pesquisas sendo um protagonista de suas aprendizagens. 
No meu ponto de vista as escolas asas são aquelas que despertam a curiosidade, levam os alunos a levantarem suas dúvidas, argumentando-as e fazendo reflexões, ensinam a entender a realidade provocando espanto e levando os alunos a buscarem seus conhecimentos, não é uma escola que dá respostas, mas sim uma escola que provoca aluno, despertando a liberdade de aprender, por fim uma escola que prepara para vida.
Muitas aprendizagens foram significativa no decorrer do curso de pedagogia, mas pensar em uma escola que dá liberdade para que o aluno possa manifestar suas idéias me chamou muita atenção, pois venho de uma educação onde apenas lia textos e respondia questionários sem momentos de reflexões, ao tirar uma dúvida com o professor, este mandava ler o texto novamente, sendo assim uma aprendizagem frustrante e a base de decoreba, hoje sei que não é assim que o aluno aprende, mas sim tomando posse de sua aprendizagem através de atividades que despertem o interesse dos alunos com aulas atrativas utilizando diversos recursos e trabalhando com o que o educando tem interesse, deixando-o livre para escolher o que quer aprender, sendo o professor um mediador de seus conhecimentos.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Métodos Globalizados e Educação Infantil.

A postagem em Abril de 2017, sobre métodos globalizados, me fez relembrar o meu período de estágio na educação infantil, onde trabalhei com o projeto meio ambiente e muitos assuntos foram abordados, um destes assuntos partiu do interesse dos alunos quando observei após desenhos que produziram, que estavam interessados em saber mais sobre o arco-íris, foi a partir deste momento que iniciamos um trabalho de pesquisa, primeiro perguntei aos alunos o que sabia sobre o arco-íris e o que gostariam de saber, o quandro ficou da seguinte forma:

O que sabemos sobre o arco-íris.
O que gostaríamos de saber sobre o arco-íris.
É feito com sol e chuva. (Danilo)
Aonde ele fica no chão. (Leonardo)
Várias cores. (Danilo)
Será que a gente consegue escorregar no arco-íris? (Danilo)
Cores lindas pros passarinhos. (Thierry)
Por que o arco-íris tem cores? (Jimmy)
Montão de cor. (Jean)
Qual é a altura do arco-íris? (Bruno)
Muito, muito, muito grande (Gabriel).
De onde ele vem? (Lívia)

Como a gente chega ao arco-íris? (Miguel)

Pode ser infinito? (Jimmy)
       
E assim foi proposto que os pequenos pesquisassem em casa sobre o Arco-íris, com a ajuda dos pais. Na semana seguinte as crianças trouxeram suas pesquisas e estas foram apresentadas para os colegas em seguida as crianças trabalharam em pequenos grupos e assim descobriram muitas coisas, exploramos o número e as cores, trabalhando a questão do número e suas quantidades, desenvolvemos a linguagem, muitas vezes exploradas em trocas de conversas e também trabalhamos com ciências entendendo como o arco-íris se forma.
Embora sejam alunos pequenos (4 à 5 anos), trabalharam e empenharam-se em trazer para a sala alternativas, dando forma e organizando as idéias que tinham sobre o tema, desta maneira despertaram sua capacidade de buscar respostas para suas dúvidas, sendo o professor um mediador destes conhecimentos. 
Assim com esta atividade entendo que os alunos foram protagonistas principais de suas aprendizagens, participaram e compreenderam sobre o Arco-íris, concluíram que possui sete cores, forma-se das gotinhas de água que refletem a luz do sol, que não podem escorregar pois ele é de água e por fim que o arco-íris é infinito, não tem fim. 

Fotos: 
Grupos trabalhando nos cartazes que foram apresentados para os colegas.





Imagens de arquivo pessoal.